Arquivo da categoria: Papo sério

O RETORNO… rs

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Ai que VERGONHA!

O último post deste blog abandonado é de 12 de setembro!!! Daqui a pouco faria 2 meses…

Não, não tem desculpa pra isso, não adianta falar que muita coisa aconteceu na minha vida, que não tive tempo, etc, etc, etc… me perdoem?????? rs

Mas, de fato, muita coisa aconteceu, boa graças a Deus!

E CÁ ESTOU OUTRA VEZ!

Prometo que não deixarei vocês órfãos por tanto tempo mais ok?

Este é somente o post de retorno, hoje a noite já entra um muito bunitinho combinado?

Beijão e estava com saudades!

{Casamento} Pena que custa TANTO! rs

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Para fechar esse especial Casamento com chave de ouro (com trocadilho mesmo, rs) vou falar um pouco do mercado de casamentos no Brasil.

A previsão de faturamento do setor para este ano é de R$ 12 bilhões, 20% mais do que em 2010. O resultado é um aumento nos custos acima da inflação, pressionados pela demanda crescente.

E os motivos que levaram a demanda crescente são óbvios: crescimento da economia, aumento da renda familiar e retomada das festas tradicionais.

É difícil, porém, determinarmos quanto custa cada item de um casamento. A variação dos valores é imensa e o leque de fornecedores também.

“Existe uma classe ascendente e que quer comprar. Isso aumenta a busca por serviços em um nível que os fornecedores não conseguem atender”, diz Vera Simão, presidente da Abrafesta (associação do setor), em entrevista ao jornal Folha de S.Paulo.

Essa busca resulta em um dos pontos positivos do aquecimento do mercado: favorecer e profissionalizar os pequenos negócios. É cada vez mais comum ver pessoas que somente gostavam de fazer lembrancinhas, ou de organizar festas, se tornar especializados e abrir suas próprias empresas.

 

É caro, muito caro

Mesmo com tantas opções, para tantos bolsos, os organizadores de festas dizem por ai que o custo de um casamento nos últimos 5 anos TRIPLICOU.

É gente, é CARO DEMAIS casar e eu posso falar porque passei na pele por isso ano passado. Organizei meu casamento durante quase 2 anos e nesses 24 meses pude constatar serviços que dobraram de preço! DOBRARAM!

E, claro, que o valor total a festa saiu cerca de 35% maior que o previsto no começo de tudo.

Não vou colocar valores aqui, já que estou totalmente desatualizada depois de quase 10 meses de casada, e também porque o intuito desse post e deste especial que termina hoje não é assustar ninguém nem afastar as pessoas do casamento. Pelo contrário, quero afirmar que O SEU SONHO VALE CADA CENTAVO.

Então faça o que quiser, da forma que quiser no seu BIG DAY. Mas, claro, com os pés no chão sem começar uma vida a dois cheia de dívidas.

E nunca se esqueça: o SEU BIG DAY será sempre o MELHOR e o mais PERFEITO e INESQUECÍVEL que já existiu… tendo gastado R$ 1 mil ou R$ 1 milhão. 

 

Melhor um casamento civil com churrascão e MUITO AMOR ou um baile de gala onde não presenciamos a força desse sentimento? hein, hein??? Ahhh fico com o segundo! rs…

Espero que tenham gostado desse especial que não teve o intuito de mostrar fotos de vestidos, decorações nem patrocinar fornecedores (para isso existem muitos blogs mais especializados que o meu) e sim de trazer assuntos interessantes e atuais para solteiros, noivos, casados e interessados.. rs.
E para não perder o costume, falo um pouco mais do MEU BIG DAY no blog da queridíssima Ana Lyra, Simplesmente Noiva, não deixem de conferir! rs

Como não lembrar… setembro de 2001

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Deixando o especial Casamento de lado um pouco nesse domingo que nos remete a uma data tão triste na história da humanidade.

11 de setembro de 2001, a manhã que ninguém esquece.

A manhã na qual as Torres Gêmeas, o World Trade Center, foi ao chão matando 2.983 pessoas. Isso contando também as vítimas da aeronave que se chocou com o Pentágono e o vôo United 93, sequestrado e derrubado na Pensilvânia.

A manhã que fez o mundo parar e ficar em frente a televisão logo que o primeiro avião bateu em uma das torres, abismado com o provável acidente que, assim que o segundo se chocou também, na outra torre, se transformou em ataque terrorista.

Ainda assim, ninguém imaginava que o WTC poderia vir ao chão. Mas, isso aconteceu.

 

Foi triste, é triste.

 

Inimaginável o tanto de gente que chorou e chora por amigos e familiares que ali trabalhavam ou estavam de passagem.

Chorava e chora por centenas de bombeiros, verdadeiros heróis que perderam suas vidas para salvar muitas outras.

Chorava e chora por pessoas normais, como eu e você, que não aguentaram ficar de braços cruzados e superaram o medo tentando ajudar de alguma forma.

 

Hoje, 10 anos depois, o mundo ainda chora. As imagens e o choque nunca serão esquecidos.

Mas, não quero aqui relembrar as fotos e depoimentos que nos fizeram ficar apreensivos, e ainda fazem, por isso coloco esse vídeo feito por uma companhia de seguros americana e disponibilizado em seu site como forma de homenagem a todas as vítimas e famílias.

Nada melhor que crianças para nos fazerem lembrar que o amanhã pode ser melhor. E nada melhor do que relacioná-las a imagem dos bombeiros, tão idolatrados por sua bravura nos EUA e tão esquecidos no Brasil…

Curtam esses minutos, façam suas preces, independente de qual crença possuem, porque o mundo precisa disso.

E, diga-se de passagem, essa música é demais.

Mas, não estou aqui hoje para falar somente do 9/11

 

Para os campineiros o dia 10 de setembro também ficou marcado.

Foi no final da noite anterior ao maior atentado terrorista já visto que o prefeito de Campinas, Antônio da Costa Santos, o Toninho (PT), foi assassinado com um tiro certeiro e com endereço quando voltava da academia.

Um crime que poderia se passar por assalto ou tentativa de sequestro se não fosse pelo motivo de que esse político estava em seu primeiro ano de mandato e já começava a escrever seu nome na história da cidade através de ações e intenções que só queriam o transformar Campinas em um lugar melhor.

Até hoje, 10 anos depois, nada foi descoberto.

E não é somente sua filha e sua viúva que buscam a resposta da pergunta: ‘Quem matou Toninho?’

{Casamento} É bom e tá na moda!

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Casar é bom, e tá na moda!

Sim, segundo a Síntese dos Indicadores Sociais 2010 do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) em 2008 o número de casamentos no Brasil atingiu a maior taxa dos últimos 10 anos. Em 1999, a taxa de nupcialidade legal, que é obtida pela divisão do número de casamentos pelo de habitantes e multiplicando-se o resultado por 1.000, foi de 6,6. Em 2008, o número chegou a 6,7.

De acordo com dados da pesquisa, de 1999 a 2008, o Brasil registrou uma reversão da tendência de redução das taxas de casamento. De 1999 a 2002, para a população de 15 anos ou mais de idade, as taxas caíram de 6,6‰ a 5,6‰, e, a partir daí, cresceram até 6,7‰, em 2008, a maior taxa registrada no período.

Em 2008, o total de casamentos registrados foi de 959.901, cerca de 5% superior ao número observado em 2007.

E, nem mesmo os últimos dados revelados pelo IBGE em novembro de 2010 sobre o ano de 2009, que mostra 935.116 matrimônios, redução de 2,3% em relação a 2008 interrompendo a sequência de crescimento que vinha sendo observada nos últimos seis anos, desanima (porque esse número não dá para ser considerado pequeno, dá???).

 

Acho essas estatísticas muito interessantes. Já pararam para pensar, realmente, no que é quase 1 milhão de casamentos em um ano???? MUITA COISA!

 

E tem mais notícia boa: ainda segundo o IBGE, os matrimônios também ficaram mais duradouros. Os casamentos duraram em média 11,5 anos em 2004. Na década de 90, o tempo médio de união era de 9,5 anos. No ano 2000, as uniões tinham uma duração de 10,5 anos. Segundo a pesquisa, o Rio Grande do Sul e Santa Catarina são os Estados em que as uniões legais são mais resistentes. No RS, por exemplo, o casamento durava em média 13 anos. Por outro lado, no Amazonas, os casais ficavam em média 8,8 anos juntos e no Acre, os casamentos duravam em média 9,8 anos.

Mais e mais números relativos a 2009

O Acre ficou com a maior taxa de nupcialidade (11,2‰, quase o dobro da taxa nacional de 6,5‰), e também teve maior percentual de divórcios do tipo direto (98,3%). As mulheres estão casando cada vez mais tarde e o percentual de casamentos em que a mulher é mais velha do que o homem está aumentando gradativamente (de 19,3% em 1999 para 23,0% em 2009). Os casamentos em que um dos cônjuges é divorciado ou viúvo passaram de 10,6% em 1999 para 17,6% em 2009.

 

Casais onde a mulher é mais velha que o homem são cada vez mais comuns

A taxa de nupcialidade para mulheres de 15 a 19 anos, em 2009 (15‰), foi inferior à observada em 1999 (23,1‰). Já as taxas de todos os grupos etários a partir de 25 anos estão subindo continuamente, refletindo o aumento da idade média das mulheres ao casar. Em 2009, a maior taxa entre as mulheres permaneceu no grupo etário de 20 a 24 anos (28,4‰), valor significativamente inferior ao obtido no mesmo grupo em 1999 (33,9‰).

Outra mudança gradual nos padrões das uniões formais é o aumento da percentagem de mulheres solteiras com idade acima da idade do homem solteiro na data de casamento. Casamentos em que o homem tem idade mais elevada ainda são majoritários, porém, na comparação entre os anos de 1999, 2004 e 2009 observa-se o aumento dos percentuais em que a mulher é mais velha, respectivamente 19,3%, 21,3% e 23,0%. O maior volume de casamentos em que a mulher tem idade mais elevada ocorreu, em 2009, entre as mulheres com idade entre 25 e 29 anos (33,9%).

Os homens se casam mais tarde. As taxas de nupcialidade legal das mulheres são maiores que a dos homens apenas nos dois grupos etários mais jovens (15 a 19 anos e 20 a 24 anos) e a partir dos 60 anos de idade, as taxas obtidas para pessoas do sexo masculino são mais que o dobro que as das mulheres. Em 2009, os homens solteiros que se casaram com mulheres solteiras, tinham idade média de 29 anos e as mulheres, 26 anos, 2 anos a mais que em 1999, para ambos.

Os homens tiveram taxa de nupcialidade mais elevada no grupo cujas idades estão compreendidas entre 25 e 29 anos (30,9‰), valor inferior ao observado para o ano de 1999 (32‰). Para todos os grupos etários a partir de 30 anos, as taxas de nupcialidade dos homens foram maiores em 2009 que em 1999.

Rio de Janeiro tem maior proporção de casamentos entre divorciados

O Rio de Janeiro foi o estado com a menor proporção de casamentos entre solteiros (77,2%) e Amapá, o estado com a maior proporção (92,1%). Os casamentos entre cônjuges solteiros permanecem como conjunto majoritário (82,4%), entretanto, o número de casamentos em que pelo menos um dos cônjuges era divorciado ou viúvo cresceu de 10,6% em 1999 para 17,6% do total das uniões em 2009. Os casamentos em que os dois indivíduos eram divorciados (2,9% do total nacional) tiveram a maior proporção no Rio de Janeiro (4,0%).

Os casamentos entre homens divorciados e mulheres solteiras foram 7,2%, os de mulheres divorciadas que se uniram formalmente a homens solteiros, 5,3%. As uniões formais entre mulheres divorciadas e homens solteiros foram mais freqüentes em Goiás, Rio de Janeiro e Mato Grosso do Sul, entre 5,6% e 5,8% do total. A composição inversa, homens divorciados e mulheres solteiras, foi superior a anterior em todas as unidades da federação, sendo os maiores percentuais observados no Distrito Federal (9,6%) e no Rio de Janeiro (9,2%).

UFA! Sei que este post é grande e até meio massante, mas acho que a mídia precisa falar mais sobre os números relacionados a casamento, é tudo pouco divulgado. E fico muito feliz de saber que não se está somente casando mais, mas também mantendo mais o casamento! Eu sou aquela ‘amante a moda antiga’: ainda acredito na instituição chamada MATRIMÔNIO! E você?

Memórias: filosofando um pouco…

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Você gosta da sua rua, do seu bairro, da sua cidade?

Tem uma ligação mais íntima com algum deles? Alguma coisa que venha de família e que esteja no sangue?

Eu tenho.

Tenho uma ligação com um bairro que nunca, sequer, morei, mas que fez e faz parte da minha família de forma especial: a Vila Industrial.

Meus bisavós maternos, pais do meu avô, chegaram de Portugal e vieram direto para Campinas, se instalando no primeiro bairro-operário da cidade.

Foi lá, na Vila, que meu avô cresceu, foi batizado, pulou Carnavais, era chamado de ‘bucheiro’, conheceu minha avó, casou e viveu os primeiros anos de casado.

Foi lá que minha mãe foi batizada, morou até os 15 anos de idade. Lá que ia aos bailinhos no porão da igreja e namorava meu pai na varanda da casa de sua tia.

Foi lá também que meus pais se casaram e que, 1 ano depois, me batizaram.

Não foi lá que cresci, mas foi na Vila que passei os almoços de domingo e lá que colhi as histórias e ‘causos’ pro livro que escrevi de Trabalho de Conclusão de Curso na faculdade, o ‘Além do Túnel, uma Vila – Histórias e Personagens do primeiros bairro-operário de Campinas’.

E toda essa história tá no sangue. Não no ‘Nem Sangue, Nem Areia’, o bloco tradicional do Carnaval da Vila em outros tempos, mas no que corre nas minhas veias e, por isso, foi lá que me casei em 20 de novembro de 2010.

Por tudo isso me dói o abandono das autoridades com relação a nossa história. Me dói ver casas serem derrubadas somente por derrubar e saber que, após todos aqueles velhinhos que lá vivem morrerem, a Vila – tal qual eu não conheci, mas me apaixonei – deixará de existir.

Mas, nada disso será esquecido e perdido. Está nas páginas do meu livro e nas memórias daqueles que viveram ou ouviram histórias e mais história da Vila….

Esse post foi ocasionado por um mini documentário que vi hoje, do qual participei ano passado. Alguns alunos do segundo ano de Jornalismo da PUC-Campinas resolveram falar sobre os jovens na Vila Industrial e em casa palavra dita nesse vídeo pude perceber que o encantamento desse lugar não atinge mais a todos. É triste, mas real. Me arrisco até a dizer que é normal…

Uma tarde no museu – por Rafael Belattini

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Ia escrever um texto sobre a última sexta-feira, quando fui ao Museu do Futebol com meu marido, mas, o texto dele está muito melhor do que o meu ficaria… portanto, nada mais merecido do que ele aqui no blog!

Uma tarde no museu

Na última sexta-feira, dia 1º, paguei uma dívida que tinha comigo mesmo desde 2008: visitei o Museu do Futebol.

Aproveitando uma viagem para São Paulo, fui ao Pacaembu e, aconselhado por Juca Kfouri, desmarquei todos os compromissos que teria para a tarde.

Acompanhado de minha esposa, não fiquei as quatro horas indicadas por Juca, mas passei mais de duas horas fazendo apenas o primeiro reconhecimento do acervo.

E já estou planejando o retorno.

Para os fãs do futebol é um prato cheio.

E mesmo para quem não é muito entendido do riscado, vai se deliciar.

A começar pelo arquivo de áudio que me faria passar muito tempo ouvindo diversas vezes as narrações de gols históricos na voz de narradores igualmente marcantes.

Ficaria horas também olhando as fotos do início do século XX retratando a época em que nosso futebol começou.

E tem muita coisa para se divertir.

Deixo meus parabéns para os responsáveis pelo projeto e recomendo com toda certeza.

Para não passar batido, reclamo da CET, que deixa flanelinhas extorquir os visitantes sem serem incomodados, pois fui acuado por um na chegada e um na saída, bem em frente ao carro da companhia de trânsito, e os agentes nada fizeram.

Mas isso não é exclusividade do Museu, do Pacaembu ou de São Paulo.

Dentro do Museu, minha única decepção foi ver um professor de escolinha de futebol que chefiava uma excursão com seus alunos e tratando Barbosa, goleiro de 50, como um frangueiro.

Um absurdo que fica ainda maior por ser dentro de um lugar que serviria muito bem para que nossos futuros atletas conhecessem e valorizassem nosso passado e não só as antigas conquistas.

 

Entrada do Museu: não é permito fotografar dentro.

Não deixem de visitar sempre o blog dele:  blogrbm.wordpress.com

Sacolas de plástico: não custa nada trocar

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A impressão que temos ao entrar em mercados e supermercados de uns dias para cá é de que os funcionários esvaziaram as caixas das mercadorias e esqueceram de jogá-las fora.

Foto: Portal Terra

O número significativo de caixas de papelão acumuladas próximas as esteiras dos caixas tem uma razão: o estado de São Paulo estabeleceu um acordo com a Associação Paulista de Supermercados (Apas) que irá abolir o uso de sacolas plásticas até o fim do ano e dará como alternativa para os consumidores uma embalagem feita de amido de milho que se decompõe em até dois meses.

Assim sendo, enquanto essas embalagens não são comercializadas, as caixas são alternativas gratuitas que alguns estabelecimentos dispõem para seus clientes. Sim, você leu bem: as novas e politicamente corretas embalagens de amido de milho serão vendidas por R$0,19 cada, com o intuito, segundo o Governo do Estado e a Apas, de incentivar as pessoas a usarem cada vez menos embalagens (é claro que o fator de o mercado lucrar duas vezes com o cliente está fora desse intuito, viu?).

Segundo informações do jornal Folha de S.Paulo, antes de implantar o programa em todo o estado, os supermercados fizeram testes na cidade de Jundiaí onde a substituição das sacolas teve apoio da população e em um período de seis meses foram tiradas de circulação 480 toneladas de plástico.

Esse acordo, se de fato for cumprido, tornará São Paulo o primeiro estado a deixar de usar as sacolinhas, já que ações parecidas foram tomadas apenas em âmbito municipal tendo Belo Horizonte como a capital pioneira no assunto. A cidade de São Paulo aprovou a lei proibindo o uso de sacolas plásticas a partir de 1º de janeiro de 2012 na última quinta-feira, dia 19 de maio e juntamente com ela os comércios ficaram responsáveis por incentivar o uso de sacolas retornáveis ou de material resistente, como o papel e tecido através da adoção de placas nos caixas com o texto “POUPE RECURSOS NATURAIS! USE SACOLAS REUTILIZÁVEIS”. As letras maiúsculas fazem parte da regra.

Foto: Blog Jornalismo de Salto

E é fácil ajudar e ser uma consumidora consciente. Nós, mulheres, temos a disposição muitas sacolas e eco bags super fofas e fashions que ajudam a carregar as comprar do mercado, além de compor nosso visual, não é mesmo?

Elas têm um custo? Sim. São caríssimas? Não! Por isso digo, não custa nada trocar as sacolas plásticas, sabe porque? Que mulher que resiste a uma bolsa nova? hein, hein?